O Corpus Informacional não nasce isolado. Cada teoria e cada construto foi posto à prova contra o pensamento que já existia — confirmando-o, rejeitando-o ou complementando-o. Este arquivo reúne esse diálogo, de Aristóteles a Tononi.
No centro, o método. À sua volta, o núcleo duro das quatro teorias. Na órbita exterior, os vinte e três diálogos que o programa manteve — e mantém — com a ciência e a filosofia. Passe o cursor sobre um nome.
Cada pensador é confrontado com o núcleo duro do Corpus segundo três modos possíveis de relação — a heurística que Lakatos chamaria protetora, aqui aplicada letra a letra.
A revelação informacional como processo dinâmico de atualização do real.
A totalidade do real lida como estrutura informacional, do quantum ao significado.
O ser entendido como devir — atualização progressiva, nunca estado acabado.
C = f(D, I, R) — a consciência como função de densidade, integração e revelação informacional.